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sexta-feira, 31 de maio de 2013

Fender Jazzmaster

Jazzmaster


A Fender Jazzmaster é para a Jaguar o que a Telecaster é para a Stratocaster. Segundo a maior parte dos músicos, essa guitarra mantém o timbre “mais estalado”, um som mais “magro” com dois captadores single coil e um design próximo da Jaguar.
A Jazzmaster tem presença marcante no cenário indie. Entre grupos que usam esse modelo, estão o Sonic Youth, Dinosaur Jr e Yo La Tengo.


Fender Jaguar

Fender Jaguar.


A Jaguar é uma guitarra que tem no design seu maior apelo. Apesar de ter apenas dois captadores, a madeira mais densa e pesada utilizada na construção do corpo amplia a variação de timbres desse instrumento.
Um dos meus sonhos de consumo.



Telecaster

Fender Telecaster


Galera, vamos falar um pouco dos modelos mais "característicos" da Fender.

Hoje vamos começar com a que pode ser considerada a mais antiga, a Telecaster.

A Telecaster é a guitarra mais antiga da Fender e pode ser considerada a primeira experiência para se chegar à Stratocaster. Com dois captadores single coil, um a menos que a Strato, e uma chave seletora de três posições, a Telecaster tem uma característica de som mais “magro” e um campo de timbres mais limitado, além de um design de braço e corpo diferenciado.
A Telecaster mais conceituada é de 1952.


Fender, Leo Fender

Boa noite galera.


Quem conhece a marca Fender??

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E Leo Fender??

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Pois bem, pesquisando na nossa querida net, descobri algumas coisas sobre esse mestre que criou uma das marcas mais desejadas do mundo.

No final dos anos 40, já com a marca Fender, Leo observou uma oportunidade no blues e, posteriormente, no rock. Em 1949, criou o primeiro protótipo da Esquire (com o design que seria eternizado com o nome Telecaster), que seria fabricado e vendido a partir de 1950. Em 1953, sua mais famosa guitarra, a Fender Stratocaster, começaria a ser desenvolvida – ela que seria, posteriormente, a primeira guitarra fabricada em série.

Leo Fender não chegou a inventar, literalmente, a guitarra. Mas ele transformou no que é hoje. Antes de Fender, elas costumavam ser feitas em corpos ocos, como os de violão. Leo, inspirado na Rickenbaker e na Bigsby, usou um corpo de madeira maciça. A diferença fundamental, no entanto, estava no braço. Antes, corpo e braço eram feitos de uma mesma peça de madeira (ou eram colados). Leo notou, primeiro, que era mais prático que fossem encaixados; e segundo, que fossem feitos de madeiras diferentes, mais adequadas a suas funções.

Com isso, ele elevou a tocabilidade (tornou o “tocar guitarra” mais fácil e confortável) e trouxe um novo padrão de design, que seria copiado nos anos que se sucederiam.

Nada disso, no entanto, foi a maior contribuição de Leo Fender à musica. Seu maior feito foi transformar um trambolhão num instrumento prático: ele inventou o contra-baixo elétrico.

Lembra das gravações daqueles cantores do começo dos anos 50? Eles não usavam aquele enorme contra-baixo vertical porque era bonito – era porque o Fender Precision Bass ainda não havia sido criado, e aquela era a única opção. Conforme Fender desenhou o baixo elétrico, que podia ser empunhado como uma guitarra, e também um amplificador com auto-falantes maiores e, portanto, mais adequados ao som grave do baixo, praticamente redesenhou a sonoridade da música.

Leo Fender fez isso com apenas um olho. Ele perdera um de seus olhos por conta de um tumor que tivera na infância, e, segundo amigos, jamais superara o trauma. O assunto era tabu e ele sempre controlou as fotografias tiradas para que não se pudesse notar a prótese.

O interessante é que usar os dois olhos é fundamental para a noção de profundidade. Existe até uma brincadeira em que você tapa um dos olhos e tenta colocar o dedo em um lugar, pode ser um copo, por exemplo. Geralmente, você erra o alvo. Assim, me parece incrível que Leo tenha morrido em 1991, aos 81 anos, com os dedos intactos, depois de ter passado a vida mexendo com serras.

Leo Fender venderia a marca que tem seu nome à companhia americana CBS em 1965. Ela manteve o alto nível na fabricação dos instrumentos, mas jamais inovou em nada. Sob a CBS, o melhor feito da marca foi fabricar no Japão durante os anos 80 algumas das melhores safras de Fenders da história. Mas eram os mesmos modelos de sempre. E até hoje se produz o que foi criado nos anos 50.

Leo teve duas marcas posteriormente, ambas de alto nível. A MusicMan nos anos 70, ainda inovadora e inquieta, e a G&L (que significa George and Leo) nos anos 80, já no fim de sua capacidade criativa, apenas uma ótima fabricante de instrumentos.

Leo Fender mudou a história da musica e determinou a sonoridade que nós escutamos até hoje sem sequer tocar o instrumento que ele mesmo ajudou a inventar.


Festival Internacional de Jazz & Bossa de Santa Teresa

Jazz & Bossa.


A ideia do blog é muita guitarra, mas música em geral não deve ser descartado, ainda mais a boa música.
Esse ano rola mais um festival internacional de Jazz e Bossa, em Santa Teresa, Espírito Santo.
Segue um breve texto sobre o evento desse ano.

" O Festival Internacional de Jazz & Bossa de Santa Teresa, município da região Serrana do Espírito Santo, terá sua segunda edição realizada nos próximos dias 24, 25 e 26 de maio, no Centro de Eventos da cidade. A programação já está definida e conta com atrações capixabas, nacionais e internacionais. Uma das novidades deste ano são as apresentações no horário do almoço no sábado.
A abertura oficial do evento será na noite do dia 24. O Festival contará, ao todo, com treze shows. Como parte da novidade, quem estiver no município na época das apresentações poderá almoçar na praça de alimentação ao som do jazz e da bossa, no sábado, 25 de maio.

Entre os representantes do Espírito Santo estão Fames Jazz Band, Afonso Abreu e Trio, Big Bat Blues, Saulo Simonassi e a homenagem aos 100 anos de Vinícius de Moraes, com as cantoras capixabas Eliane Gonzaga, Márcia Chagas, Amélia Barreto, Inara Novaes e a Fames Brasil Instrumental.
Os destaques nacionais são Leo Gandelman, Roberto Menescal, Derico e Chiquinho em Quinteto Jazz, além dos cariocas Quarteto Jazz e Bossa, Big Joe Manfra Blues Band e Jeferson Gonçalves.

A programação internacional também terá representantes de peso do jazz e bossa. O guitarrista Kenny Brown é de New Orleans e está radicado no Brasil. Ele se apresenta na primeira noite do evento. Jonhn Primer tocará no sábado, às 23h, e foi o vencedor do Grammy 2010 na categoria Best Tradicional Blues Album.
No domingo a programação será toda durante o dia. A Orquestra Synthesis, da Philadelphia, se apresentará às 12h. O guitarrista Charlie Hunter se apresenta com Leo Gandelman no mesmo dia,  às 15h."

Fonte: Gazeta Online

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Cort

Bom dia guitarristas!!!


Hoje vamos falar de uma marca que na minha opinião, é uma das melhores na questão custo x benefício. Equipamentos com preços acessíveis e sons irados.
Estou falando da Cort!
Eu possuo uma Cort Viva Series Gold II, compre há uns 6 anos, e está mandando muito bem. Toquei numa igreja esse fim de semana, e juntando a Cort, com efeitos de uma Line 6 Floor POD Plus e mais um amp Fender (antigaço) o som foi perfeito, timbres arrasadores.
Desde 1960 a marca tem construído uma sólida reputação no mercado. Destaca-se pelos instrumentos de design arrojado, alta qualidade e performance.
A principal missão da empresa é: Produzir os melhores e mais inovadores insstrumentos, conquistando cada vez mais músicos e entusiastas de todo o mundo.
Slogan -> Cort guitars, aqui a música não para!







sexta-feira, 24 de maio de 2013

Cordas para guitarra

Boa tarde galera!!!


Dois dias sem postagens, tenso, muito atarefado... Pois bem, vamos ao que interessa... 
Como escolher as cordas da sua guitarra??

Sobre os calibres das cordas: esses geralmente mudam conforme o estilo de música.
Você estica as cordas com freqüência? Toca ritmo pesado? A resposta a essas questões está relacionada ao melhor calibre para você. Geralmente o jazz usa calibre .012, heavy blues usa calibre .011 e .012 e para quem toca rock e gosta de solos a .009 ou .010 para a guitarra base. Os calibres menores funcionam melhor para principiantes porque podem ser mais macias para seus dedos (Obs: os calibres mencionados aqui se referem à espessura da corda E aguda ou 1ª corda do conjunto). É importante levar sua guitarra para ser regulada por um profissional, principalmente se você estiver trocando o calibre das cordas. Se você não tiver experiência na troca de cordas e tiver dúvidas, recomendo uma visita à um luthier ou loja de música mais próxima. Limpe adequadamente a ponte e partes de metal de seu instrumento, que entram em contato com as cordas, para evitar o rompimento precoce.
Quanto a marcas, cada um tem um gosto e um "bolso" diferente, eu particularmente gosto muito da Elixir, bom timbre, revestimento permite maior durabilidade e entre as "tops" é uma das mais acessíveis; agora, no momento da correria e crise financeira, aconselho Daddario ou Nig.





terça-feira, 21 de maio de 2013

Marcas nacionais

Brasiiiiiil!!!!!


Boa noite galera!!
Estava pensando hoje, temos muitos guitarristas irados no Brasil, incluindo mulheres (tem umas no Tagima Dream Team arrasando); mas, quanto a marcas?? Quais você conhece?? Quais são as melhores??

Bom, como já toquei no nome, acho que as mais conhecidas são Tagima e Giannini, a primeira pela qualidade e custo x benefício dos seus equipamentos e também pelo grande marketing que é feito, junto um excelente time de guitarristas para endorsers; a Giannini pela história de vida da marca, numa época em que Fender e Gibson era só ouvir falar, no Brasil só dava pra comprar Giannini.

E você, qual sua marca nacional favorita ou que tem alguma história para contar??



segunda-feira, 20 de maio de 2013

Diferentes...

...muito diferentes!!!


Exóticas, diferentes, esquisitas, feias, lindas, macabras, celestiais; bom, cada um pode pensar o que quiser, e você, o que pensa dessas guitarras abaixo??
Algumas das mais diferentes que achei por aqui na internet...





















Amps Famosos.

E aí galera,Bom dia!!!


Começando mais uma semana, pra glória de Deus, depois de um fim de semana intenso, sem tempo pra postagens e muitas coisas.

Para quem não sabe, sou cristão-protestante e reúno na igreja Assembleia de Deus Ministério Bethel. Lá eu faço parte da equipe de louvor. Há um tempo estamos efetuando algumas mudanças na aparelhagem de som da igreja (aquário para bateria, saída de frente por power click, etc...); pois bem, já tem uns 8 meses que estou usando um "ponto" de retorno, com power click, fone de ouvido e tudo mais... foi difícil me acostumar, mas... acostumei (acostumar não quer dizer que eu gostei, rsrs)...

Ontem uma parte da equipe saiu para ajudar o louvor numa de nossas congregações e lá tive a oportunidade de voltar a tocar num amplificador, livre de fones de ouvido e power click... e foi umas das melhores ministrações que já fizemos, hehehe... Viva a liberdade dos amplificadores!!!

Falando em amps, e aí, qual você prefere?? Segue abaixo alguns dos mais famosos no mercado...


Fender Tweed Bassman (1959):

Os Bassman da era Tweed da Fender são até hoje altamente cultuados, principalmente quando falamos dos que foram produzidos entre o fim de 1954 e 1959, que foram os Fender Bassman Tweed 4×10. Como a descrição sugere, são amplificadores combo equipados com 4 alto falantes de 10 polegadas ao invés do único falante de 15” como era comum até então. Essa mudança aconteceu principalmente pelo grande uso que os guitarristas já estavam fazendo desse amplificador naquela época.
É sabido que os Bassman da era Tweed tinham um som um pouco mais sujo, comprimido e dinâmico do que os seus sucessores das décadas seguintes.
Vale lembrar que o Fender Bassman foi a base para a criação do primeiro Mesa Boogie e também do primeiro Marshall.

Esse amplificador é um dos mais versáteis da Fender e também um onde é possível conseguir mais saturação.


Fender Twin Reverb:

Um som definido, alto e muito limpo. Essa poderia ser a definição do Fender Twin Reverb. Esse amplificador teve o seu debut na década de 60 e desde então experimentou uma infinidade de variações (que serão descritas em detalhes em um post específico). Esse é mais um dos amplificadores da Fender que sobreviveu a todas as ‘eras’ da empresa, passando pela fase Tweed, Blonde, Silverface, Blackface, etc.

As primeiras edições do Fender Twin (edição anterior ao Twin Reverb), conhecidas como ‘Wide and Narrow Panel’ entregava apenas 25 watts em dois falantes Jensen de 12 polegadas em formato combo, tendo duas 6L6 no estágio de potência. Na Narrow já foram inseridas algumas mudanças no visual e a introdução das válvulas 5U4 como retificadoras assim como nos Bassman.
O passo seguinte já foi a introdução do que ficou conhecido como Tweed Twin. Essa é, de longe, a era mais famosa dos Twin e onde também, eles tiveram mais mudanças. A circuito foi novamente alterado para que entregasse uma maior potência. A partir dessa fase o Fender Twin Reverb entregava 80 Watts em dois falantes Jensen de 12 polegadas. Para que essa mudança na potência fosse possível, a Fender optou por usar quatro válvulas 5881 no estágio de potência.
A partir de 1963 o Fender Twin passou a ser produzido na versão Blonde como a maioria dos amplificadores da série Pro da Fender na época.

O Twin Reverb também foi fabricado em sua versão Blackface. Nessa fase, além das mudanças óbvias no design para atender às características dos amplificadores da Fender da época, houveram também mudanças no circuito, onde, na parte de potência passou a usar quatro válvulas 6L6GC e no pré amplificador passam a usar seis válvulas, sendo essas quatro 7025 e duas 12AT7. Esse amplificador também apresentava dois canais, um Normal e outro Vibrato.

Entre 1967 e 1981 a Fender produziu a versão Silverface do Twin Reverb, e a partir de 1968 apresentou algumas mudanças, como a adição de um volume master e a mudança da potência para 100 watts.



Marshall JCM 800:


O primeiro modelo projetado pela Marshall nos anos 80 fez o seu debut em 1981, e ali era um novo clássico que nascia: O JCM 800. Era apenas o secundo modelo da Master Volume Series (MV) que contava com a adição de um volume master, o que proporcionava a possibilidade de ter boas distorções a baixos volumes.

O novo modelo (JCM 800 2210) apresentava dois canais Lead e Rhythm que podem ser usados via footswitch. Além disso o amplificador já vinha equipado com um Loop de efeitos e reverb de molas.

Esse amplificador, rapidamente se tornou uma febre dentre as bandas de Hard Rock e de Heavy Metal.

O seu ganho mais elevado se deve à quantidade maior de estágios de ganho no pré amplificador, já no canal lead o ganho extra era dado por um triodo extra.
Esse amplificador vinha equipado com três válvulas ECC83 (Equivalentes da 12AX7 vendidas no UK) no pré amplificador e duas EL34 no amplificador de potência.




Fonte: maquinasdemusica.com








quinta-feira, 16 de maio de 2013

O deus da guitarra.

Eric Clapton.




Sem dúvidas, um dos melhores da história! 
Não utiliza de "virtuoses", velocidades, escalas cromáticas e etc... mas seu profundo sentimento e musicalidade o colocam no topo dos melhores guitarristas que o mundo já conheceu. Muitas vezes são poucas as notas, mas um sentimento tão profundo entre homem e guitarra, como se fosse homem e mulher, rsrs... Segue abaixo algumas curiosidades do relacionamento de Clapton e outros grandes guitarristas da história.


HUBERT SUMLIN. 
Durante as sessões de Howlin' Wolf London Sessions, Howlin' Wolf precisava de diálise diariamente e uma máquina foi instalada no studio para lhe dar a chance de trabalhar com o mínimo de interrupções. Mesmo assim, havia dias em que não conseguia trabalhar e, em um desses dias Clapton levou Hubert Sumlin para Hurtwood Edge para mostrar a casa, jantar com ele e dar-lhe um presente. "Ele me levou para o porão onde havia um monte de guitarras. Parecia uma fábrica, com todos os estílos que você puder imaginar. Três paredes e meia cheias de guitarras penduradas. Ele disse: 'Pegue algumas dessas guitarras, Hubert, quero lhe dar duas delas'. Caminhei pela sala inteira, olhando cada uma delas. Aí vi aquela caixa no meio do quarto. Sentei no chão e perguntei: 'O que tem aí?' Ele respondeu: 'Não é nada, amigo.' Perguntei se podia dar uma olhada. Ele disse: 'Você não vai quer essa.' Abri a caixa, tirei uma bela Fender Stratocaster e comecei a tocar ali mesmo, sentado no chão. A guitarra em questão se tornou a guitarra padrão de Clapton. Enquanto estava trabalhando com Delaney Bramlett no disco Eric Clapton, deixara de lado a habitual Gibson Les Paul por uma Stratocaster, que lhe deu um som mais seco e, embora odiasse a idéia de ter de presentear um instrumento novo e favorito, ele o ofereceu a Sumlin."Pode levar amigo", ele disse a Sumlin. "Pelo menos sei que ela terá um bom lar. Só prometa que, se algum dia eu a quiser de volta, você a devolverá." Sumlin ficou dois anos com a guitarra, mas nunca a tocou no palco. Ele eventualmente a devolveu para Clapton, quando os dois se encontraram no Montreaux Jazz Festival. Uma tocha estava sendo passada. 


CARLOS SANTANA. 
Quando Carlos Santana e sua banda estavam abrindo os shows de uma excursão americana de Clapton, os concertos prometiam abundância de pirotecnias nas guitarras e os dois músicos deram às multidões o que elas pagaram de ingresso e muito mais. No final do show de Clapton, Santana se juntava a ele no palco para um improviso de 'Eyesight To The Blind', de Sonny Boy Williamson. "Fizemos um show no Nassau Coliseum, onde John McLaughlin improvisou conosco", lembrou Santana. "Clapton esperou John fazer a sua parte, e eu a minha, e entrou como uma lâmina afiada,cara. Sabe como é, ele não toca rápido, mas como o meu percussionista Armando Peraza diz:'Ele entra dentro da nota'". "Carlos Santana, naturalmente, está bem alto na minha lista; em termos de pura espiritualidade e emoção, esse cara é o número um." Declarou Clapton à Guitar Player em 1985. 


JAMES HONEYMAN-SCOTT (guitarrista dos Pretenders). 
"Os rapazes da escola para onde havia mudado, eram mais curtidores. Eles estavam bem no meio do grande negócio do blues. Eu saí direto do meu fanatismo por Beach Boys e Bob Dylan para venerar Peter Green e Eric Clapton. Ver o concerto de despedida do Cream na TV foi um momento de decisão em minha vida." 


JEFF BECK. 
"Ele não tem nada mais a ver com meu estílo - você sabe, numa época em que nós éramos blues. E ele era melhor. Eu acho que ele sabe tocar blues melhor que eu porque ele o estuda e é leal - eu tento envenenar e mudar o blues. Mas quando eu o ouvi tocar num show perto da casa dele outro dia, eu fiquei nocauteado. Ele estava deslizando com uma guitarra-slide e soando ótimo! Foi um barato assistir garotos que nunca o tinham visto tocar nos Yardbirds ou com John Mayall vendo-o explodir tudo pra cima deles em 1980. Foi um estouro!" 


RITCHIE BLACKMORE. 
Apesar de Ritchie ser um admirador do vibrato de Clapton, em outubro de 84, os dois estavam hospedados no Sheraton Perth, na Inglaterra, e Blackmore resolveu fazer uma jam de madrugada. Eric acordou furioso e mandou seu assistente Alfie, um guarda-roupas ambulante dar um jeito naquilo. Alfie simplesmente adentrou pelo quarto e disse para Blackmore: 'Se eu tiver que voltar aqui, haverá encrenca.' Não é preciso dizer que aquela foi a noite mais tranquila da temporada. 


RELIGIÃO. 
Eric Clapton confessa que nunca foi um cristão fervoroso, mas certa feita aconteceu um fato interessante que ele conta:"Dois caras vieram ao meu camarim (durante a excursão americana do Blind Faith). Eram apenas dois cristãos, e disseram: 'Podemos rezar por você?'. Quer dizer, o que eu podia fazer? Então nos ajoelhamos e rezamos, e realmente foi como se uma luz me cegasse. 'O que está acontecendo? Eu me sinto muito melhor?'. Então eu disse a eles: 'Deixem-me mostrar um pôster do Jimi Hendrix que eu arrumei'. Eu o abri e era um retrato de Cristo, que eu não tinha comprado! Isso simplesmente derrubou nós três." 


A AMIZADE COM JIMI HENDRIX 
A única condição que Jimi Hendrix exigia para ir para a Europa, era conhecer pessoalmente Eric Clapton. Eric e Jimi foram apresentados por Chas Chandler, baixista dos Animals. Jimi tocou num show do Cream no Polytechnic em 01/10/66. Ele fez uma versão arrasadora de Killing Floor e deixou a banda impressionada pelo seu jeito de tocar guitarra. Após o show encontraram-se num bar. Depois de beber e filosofar bastante, Jimi disse que admirava Clapton, beijou-lhe as mãos e disse: "acabei de beijar o mais maravilhoso irmão de alma da Inglaterra". Era o começa de uma profunda amizade entre ambos. 

Jimi influenciou profundamente Eric, que começou a vestir-se e usar o cabelo como Jimi. Adotou um estilo de tocar mais relaxado. O Cream fez Sunshine of Your Love em homenagem a Hendrix. 

Eric gravou Little Wing, com os Dominos e Duane Allman, (EC, Jimi e Duane eram considerados os três melhores do mundo, na época) como tributo para Hendrix. Quando o disco saiu, Jimi já estava morto. Executar Little Wing nos shows passou a ser uma catarse para Eric. Jimi havia gravado Sunshine of Your Love do Cream. 

No dia da morte de Jimi, Eric havia comprado uma strato para canhotos e ia dá-la a Hendrix, à noite. Levou-a ao Lyceum, mas Hendrix que estava tocando com a banda de Eric Burdon, desapareceu antes que Clapton pudesse alcançá-lo. Jimi morreu horas depois. Clapton ficou arrasado, e ficou vagando pela sua propriedade. Quinze anos depois, Clapton declarou: "Quando Jimi morreu, chorei o dia todo porque ele não me levara com ele." 

Eric negou-se a ir ao funeral de Jimi, temendo que o funeral se transformasse num evento do showbiz. 

Jeffrey Aarons, numa comparação de estilos entre Jimi e Eric disse que eles eram extremamente similiares em algumas partes e, extremamente diferentes em outras. Inquestionavelmente fantásticos. Jimi devido a sua morte, ganhou um endeusamento excessivo pela mídia, mas Clapton ainda era mais completo. A única grande diferença entre os dois não era musical, mas sim de temperamento e perspectiva. Jimi era o guitarrista veloz da américa, pronto para conquistar o mundo, enquanto Clapton era o Inglês conservador querendo ser o melhor guitarrista de blues do mundo. Para ambos, isto era uma maneira de deixar sua marca numa sociedade que os renegou quando crianças. 

Os Beatles haviam lançado o álbum Sgt. Peppers numa sexta-feira, e na segunda-feira, Paul McCartney foi assistir um show de Jimi Hendrix. Jimi já estava mandando bala num cover de Sgt.Peppers, simplesmente detonando sua strato. Parou no meio da música e perguntou: "Alguém aí sabe se Eric Clapton está na platéia?". Alguém respondeu que sim. então Jimi disse: "Será que ele poderia vir aqui em cima afinar minha Strato?" - Quem contou essa história foi Paul McCartney. 


A MUDANÇA PARA A FENDER STRATOCASTER. 
"A minha mudança para a stratocaster foi uma homenagem a Hendrix, já que ele não estava mais entre nós, senti que deveria fazê-lo.Jimi fazia misérias com aquela guitarra e ela nunca desafinava, ela era indestrutível. 

Que guitarras poderiam resistir àquilo? Aí, ví Steve Winwood tocando com uma strato, e fiquei maravilhado com este instrumento. Tinha alguma coisa que me deixava louco. Fui vê-lo no Marquee e ele estava tocando com uma Strato pescoço branco. Fiquei nas nuvens. Só de olhar para elas fico apaixonado, elas são mágicas." Eric disse recentemente que com uma Fender sente-se mais seguro. "Posso fazer o que eu quiser com esta guitarra, enquanto que se eu usar uma Gibson, soará apenas como uma Gibson." 

CANÇÕES FAVORITAS. 
Segundo EC, estas são suas canções prediletas: 
1)Senza Mama de Ranata Scotto. 
2)Au Found Du Temple Saint de Ernest Blanc e Nicolai Godda. 
3)Crossroads Blues de Robert Jonhson. 
4)Feel Like Going Home de Muddy Waters. 
5)I Was Made To Love Her de Stevie Wonder. 
6)Hard Times de Ray Charles. 
7)I Love The Woman de Freddye King. 
8)Purple Rain de Prince. 

Das canções que compôs, sua preferida é Golden Ring. 


WONDERFUL TONIGHT. 
Ironicamente, Eric compos esta canção rapidamente. Ele e Patti iriam a uma festa, e estavam bastante atrasados. Patti estava indecisa com a escolha da roupa. Eric irritado, pegou a guitarra e compôs a canção. Ela finalmente desceu as escadas vestindo uma roupa nova, e Eric disse: "you look wonderful, can we go now?" 


461 OCEAN BOULEVARD. 
É o endereço da casa onde Eric e a banda estavam hospedados durante a gravação do disco de retorno em 74. Quando a imprensa descobriu a casa, eles se refugiaram no Iate. 


THERE IS ONE IN EVERY CROWD. 
Vem da contraditória frase "The best guitarrist in the world - There's one in every crow." ( o melhor guitarrista do mundo - há um em toda a multidão.) 


NO REASON TO CRY. 
Uma citação equivocada de "Innocent Times", de Marcy levy. A canção diz: 'No reason to Laugh, more reason to cry". (sem motivo para rir, mais motivo para chorar.) 


ANOTHER TICKET. 
Uma gozação com um amigo que sempre pedia um ingresso a mais para seus shows. 





quarta-feira, 15 de maio de 2013

Gretsch

Guitarras Gretsch.

Bom dia povo (ou boa tarde já né, rs)

Guitarras strato, tele e algumas "custom" são as mais conhecidas e desejadas, sem dúvida, mas, alguém já parou para viajar nas semí-acústicas??
Uma das marcas de guitarra que faz parte dos sonhos de todo guitarrista é, sem dúvida, a Gretsch. Mundialmente reconhecida e amada pela qualidade de suas guitarras acústicas, semi-acústicas e de corpo sólido, a Gretsch se orgulha de só produzir guitarras top de linha com madeira, acabamento, hardware, recursos e tudo mais, sem igual! A marca aclamada como o "Ícone das Guitarras Vintage" está entre as mais desejadas e usadas por guitarristas em todo o mundo.
Uma vez toquei numa Giannini semi-acústica, que, na época, já tinha 15 anos de fabricação, e acreditem, o braço era muito e o som muito encorpado. No momento "acústico" ela soou um grave muito irado e com um drive da caixa ficou um som ótimo para um Blues e até Rock clássico.
Então, se uma Giannini saiu assim, já parou pra imaginar o som de uma Gretsch?? (é claro, não desmerecendo a Giannini).
A beleza das guitarras Gretsch são incomparáveis e seu som, contagiante (o preço que não é tãããão acessível rs).
Abaixo segue umas fotos de algumas Gretsch, escolha a sua e comece a engordar o cofrinho para daqui uns anos dar a entrada em uma, rs... Deixe seu comentário dizendo qual gostou mais.
Fiquem com Deus, abraços.