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segunda-feira, 10 de junho de 2013

Histórias...

Giannini


Um dia qualquer de novembro de 1900, um italiano de nome Traquillo Giannini, residente no Brasil, resolveu criar uma fábrica de instrumentos musicais.

Apesar do Brasil estar vivendo um período cheio de esperanças e transformações, a ideia de Giannini, luthier a muitos anos, foi um tanto inusitada para a época. Mas a ideia foi tão boa, que surpreendeu o próprio Giannini, a pequena fábrica batizada com o sobrenome da família, cresceu muito rapidamente, a ponto de, já a partir dos anos 30, iniciar a produção de encordoamentos para atender a demanda dos instrumentos vendidos. Abaixo você vê um violão Trovador Giannini de 1940.

A representatividade da marca chegou a tal ponto que nas décadas de 60 e 70 era difícil encontrar um músico amador ou profissional cujo instrumento Giannini não fizesse parte de sua vida.
A fábrica Giannini ganhou mercado rápido e tornou-se referência em instrumentos acústicos. Inclusive, espelho para o surgimento de outras marcas e fábricas de instrumentos no mercado brasileiro.

Nos dias de hoje, a família Giannini continua cultivando os ensinamentos do seu patriarca. Tanto é que toda a sua produção atual de instrumentos alia a eficiente técnica artesanal de Tranquillo ao que há de mais moderno em tecnologia industrial.

A Giannini é um marca tradicional no Brasil, seus instrumentos tiveram forte participação na história da música brasileira como: 1928, Pinxinguinha grava o samba choro “Carinhoso”, 1935 época de ouro do rádio com Noel Rosa, Francisco Alves, em 1948 Luiz Gonzaga grava Asa Branca… enfim os violões, violas, cavaquinhos e demais instrumentos da Giannini têm muita história pra contar.


domingo, 9 de junho de 2013

Gibson

Histórias...


Galera, segue abaixo um pouco da história da Gibson, uma das marcas mais desejadas no mundo inteiro.

A Gibson Guitar Corporation,fundada em Kalamazoo, Michigan e atualmente em Nashville no Tennessee, é uma empresa fabricante de guitarras e outros instrumentos que são vendidos sob uma variedade de marcas diferentes. Com uma história de mais de cem anos, Gibson tem sido uma das companhias mais notórias no desenvolvimento da viola e da guitarra elétrica e construiu ao longo de todos esses anos um dos modelos de guitarras mais icônicos do mundo, a Gibson Les Paul. Muitos de seus instrumentos continuam se valorizando ainda mais no mercado e algumas Gibsons estão entre as guitarras mais procuradas por colecionadores.

A empresa foi fundada por Orville Gibson, que produzia bandolim em Kalamazoo, no final dos anos 1890. Ele inventou as guitarras semiacústicas usando o mesmo tipo de tampo arqueado encontrado nos violinos. A partir de 1930, a companhia também tinha feito violões com tampo, como também foi uma das primeiras a disponibilizar no mercado guitarras semiacústicas usadas e popularizadas por Charlie Christian.Gibson esteve na vanguarda da inovação com relação às guitarras acústicas, especialmente na era da Big Band de 1930. A Gibson Super 400 foi amplamente imitada. 

No começo dos anos 50, Gibson introduziu sua primeira guitarra de corpo sólido e em 1952 começou a produzir seu modelo de guitarra mais popular, a Les Paul, projetada por Ted McCarty e Les Paul; Depois de ser comprada pela Norlin Corporation no final dos anos 60, a qualidade e a fortuna da Gibson começou a declinar até 1986, quando a companhia foi adquirida por seus proprietários atuais. Gibson Guitar é uma empresa privada que pertence ao chefe executivo Henry Juszkiewicz e seu presidente David H. Berryman.


sábado, 8 de junho de 2013

Satriani

Galeraaaaaaaaaaa...


Conhecem o Joseph?

Huum?! Não?!

Não conhecem Joseph Satriani????? ... Ah sim, tudo bem, e Joe Satriani? Então, o nome dele mesmo é Joseph, rsrs...

Vamos a algumas curiosidades de Satriani, um grande virtuose reconhecido em todo o mundo da guitarra.

Em 1988, Joe Satriani foi recrutado por Mick Jagger, do Rolling Stones, como guitarrista para a turnê do grupo. Além disso, em 1994, também foi convidado para ser o guitarrista de Deep Purple, embora mais tarde tenha decidido rejeitar a proposta. Satriani também tem trabalhado com uma ampla gama de guitarristas, incluindo Steve Vai, John Petrucci, Eric Johnson e Robert Fripp através do encontro anual G3.
Satriani foi inspirado a tocar guitarra aos 14 anos depois de saber que Jimi Hendrix havia morrido, tendo contado que ouviu a notícia durante uma sessão de treino de futebol, ocasião em que comunicou ao seu treinador que estava saindo do time para se dedicar à guitarra.

Em 1974 estudou música com o guitarrista de jazz Billy Bauer e com o pianista do mesmo gênero Lennie Tristano. Tristano exerceu grande influência na técnica de Satriani que mais tarde passaria a ensinar guitarra, tendo entre seus alunos nada menos que Steve Vai, que depois de ganhar fama passou a elogiar Satriani nas entrevistas que concedia para revistas especializadas, o que foi de grande importância para sua carreira.
Em 1978, Satriani mudou-se para Berkeley, Califórnia, para prosseguir sua carreira musical. Não muito tempo depois da sua chegada, retomou o ensino de guitarra. Seus alunos mais notáveis da Califórnia foram: Kirk Hammett (Metallica), David Bryson (Counting Crows), Kevin Cadogan (Third Eye Blind), Larry Lalonde (Primus), Alex Skolnick (Testament), Phil Kettner (Laaz Rockit) e Charlie Hunter.

Em 1987 Satriani lançou seu o segundo álbum "Surfing With the Alien", sendo seu primeiro trabalho totalmente instrumental. Na mesma época, Satriani também excursionou na Austrália e Nova Zelândia com Mick Jagger na divulgação do álbum dos Rolling Stones.

Em 1989, Satriani lançou o álbum "Flying in a Blue Dream". O álbum vendeu bem, especialmente no Texas. Ele foi fortemente promovido pelos KLBJ-FM, em Austin. "One Big Rush", foi destaque na trilha sonora do filme de Cameron Crowe "Say Anything". "The Forgotten Part II" foi apresentado em um comercial no Canadá, em 1993. "Big Bad Moon" foi um hit do final de 1989.

Em 1992, Satriani lançou "The Extremist", seu CD mais aclamado pela crítica e melhor à época. As estações de rádio em todo o país foram rápidas em tocar "Summer Song", "Cryin '" e "Friends" e a faixa título era composta de batidas regionais. O CD é agora considerado um clássico do rock.

No final de 1993 Satriani entrou para o Deep Purple em substituição de curto prazo do guitarrista Ritchie Blackmore durante a turnê japonesa da banda. Os shows foram um sucesso tão grande que Satriani foi convidado a integrar a banda permanentemente, o que não aconteceu em razão de contrato anteriormente firmado com a Sony Music.

Em 1996 ele formou o G3, uma turnê com três guitarristas de rock instrumental, originalmente Satriani, Steve Vai e Eric Johnson. A turnê G3 continuou periodicamente desde sua versão inaugural, tendo Satriani e Vai como membros cativos e um terceiro guitarrista flutuante, dentre os quais se incluem Eric Johnson, Yngwie Malmsteen, John Petrucci, Kenny Wayne Shepherd, Robert Fripp, Rondat Patrick e outros mais.
Em 1998, Satriani lançou "Crystal Planet" e, em 2001, outro CD gravado ao vivo em São Francisco, que em dezembro de 2000 também foi lançado como um DVD de música. Já no ano de 2006, Satriani gravou "Super Colossal" e lançou outro álbum ao vivo, "Satriani Live!".

Houve boatos que Satch já teria duelado com Buckethead em 2002, mas é uma informação falsa certamente espalhada por fãs.

Satriani também possui participações em outros álbuns, dentre os quais o de Alice Cooper "Hey Stoopid"(1991), "Spinal Tap's Break Like the Wind" (1992), Blue Öyster Cult "Imaginos"(1988). Fato interessante é que em 1986 fez backing vocals no álbum de estréia do Crowded House. Em 2003, tocou guitarra no CD de lançamento do Yardbirds “Birdland”. Em 2006, gravou várias faixas do CD/DVD "Gillan's Inn", do vocalista do Deep Purple Ian Gillan.

Em 2011, Satriani faz uma aparição no filme O Homem Que Mudou o Jogo. Ele aparece no filme tocando o hino dos EUA.


sexta-feira, 7 de junho de 2013

Flying V

Modelos copiados.


Galera, boa tarde!

Muitos modelos de guitarras são meio "exóticos" e chamam muita atenção, tanto pela beleza (ou não) e pelo som. 
No início de carreira, muitas empresas inventaram modelos que ganharam destaque e estão no mercado até hoje, e muitos foram copiados pelos concorrentes. 
Abaixo quero colocar um pouco da história de um desses modelos, a Gibson Flying V, ou como é conhecida em alguns lugares do Brasil, Gibson Rabo de Peixe.

O primeiro protótipo desta guitarra foi feito em 1957. Ela, junto com a Futura, X-Plorer e a Moderne, iniciaram uma linha da guitarras modernistas desenhadas pelo então presidente da corporação, Ted McCarty. Estas guitarras vieram com o propósito de dar uma cara mais futurista à Gibson, mas elas inicialmente não vingaram. Depois do seu lançamento, em 1958, a linha foi interrompida em 1959.

No meio dos anos 60, guitarristas como Albert King, Lonnie Mack, Dave Davies, Cadu Hermeto e Jimi Hendrix, na procura de um visual mais arrojado e um som mais poderoso, começaram a usar Flying Vs. O interesse fez com que a Gibson pensasse em relançar o modelo.

E em 1967 ela de fato relançou o modelo, melhorando seu modelo com um escudo maior e mais bonito e trocando a ponte original, que tinha as cordas inseridas pela parte de trás do equipamento, pela ponte tradicional da Gibson. Alguns modelos eram fabricados com um trêmolo; este modelo é agora o padrão para a Flying V ou, como a Gibson agora a chama, V Factor.




quinta-feira, 6 de junho de 2013

AmPhones

Vox AmPhones


Quem se amarra nos amps da Vox?
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Chegou o novo "fone amplificado" da Vox, uma loucura só!!!

Equipado com circuito analógico baseado na boa tecnologia Valve Reactor usada nos pedais ToneLab, os amPhones vem em quatro versões: AC30, Twin, Lead e Bass. Vem com adaptador P10 para conexão na sua guitar. Enquanto estão desligados eles podem ser usados como fone convencional. Têm efeitos como chorus, delay e reverb e ainda conta com entrada auxiliar para tocar junto com CD ou Mp3 Player. E para finalizar, tem afinador cromático com função mute e bypass.


Então, se você mora em apartamento, tem vizinhos chatos e não tá afim de incomodar ninguém, corra e pegue o seu.


Novas Les Paul

Les Paul J Series e Les Paul Future Tribute


Galera da distorção, tudo beleza?

Chegaram ao mercado dois modelos novos da Gibson, Les Paul J Series e Les Paul Future Tribute.
Vamos à algumas características das belezinhas...

A guitarra J Series possui corpo de mogno, braço de maple e escala de rosewood com 22 trastes; tem marcações em formato de trapézio. Os captadores são Gibson Modern Classic 490R no braço e 498T na ponte. Ela vem equipada com ponte Tune-o-matic e tarraxas pretas.


A Futures Tribute vem com corpo e braço de mogno; escala de rosewood com 22 trastes e marcações em trapézio. Para captar o som são dois hambuckers Gibson '57 Classic Zebra Coil e as ferragens são cromadas.



São duas novas máquinas a disposição de quem quer aquele som encorpado, com graves irados para bases arrepiantes e solos cortantes.

Deliciem-se!

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Tatuagem de guitarra

Guitar na pele (literalmente)



Para os fanáticos da música, nada melhor do que tatuagens de guitarras que mostram seu amor pela música. E o melhor é que você pode tatuar a guitarra dos seus sonhos!

Todo aquele que já teve uma guitarra nas mão sentiu como seu corpo estremecia com cada som, e sentiu vontade de que a guitarra fosse parte de si mesmo. Por isso entendo completamente à galera que fez estas tatuagens.











Troca de cordas

Troca de cordas em guitar com Floyd Rose.


Bom dia galera! 
Muitos guitarristas que estão iniciando se amarram no que se pode fazer com uma ponte Floyd Rose na guitarra, viajam nas técnicas de Steve Vai, Satriane e Van Halen. E realmente é muito irado o som e efeitos que podem se tirar da Floyd.
Mas, e na hora de trocar as cordas? É igual a de ponte fixa? Não, não é. Precisa de um pouco mais de atenção. Segue abaixo umas dicas que podem ajudar.


Para troca de cordas de guitarra com Floyd Rose será necessário as seguintes ferramentas: chaves allens e um alicate de corte.

O primeiro truque é “travar” a ponte usando a embalagem das cordas;
O próximo passo é destravar as cordas;
Em seguida soltar as cordas com a chave Allen;
Ao contrário das guitarras com ponte fixa, as cordas são colocadas da mão para ponte;
Em seguida prender as cordas usando a chave Allen;
Retirar a “trava”;
Afinar;
Por último travar.

E o alicate de corte serve pra cortar aquela ponta da corda que fica no headstock... se bem que tem gente que gosta de fazer daquilo um "cabelo arrepiado" para a guitarra, rsrs...
Abraço galera, espero que as dicas ajudem.


segunda-feira, 3 de junho de 2013

Boss

GT 100


Galera, boa noite!

Em se tratando de pedaleiras, há atualmente no mercado alguns modelos considerados os mais "tops" já construídos, e um deles é famosa, amada, idolatrada por muitos:

Boss GT 100

Pois bem, mas o que ela tem de bom?? Por quê de contra eu não ouvi nada ainda... Então vamos lá, segue abaixo um texto maneiro sobre a pedaleira.

Exageros a parte, mas a BOSS GT-100 foi a pedaleira de guitarra mais esperada do planeta. Não dá para dizer que a melhor pedaleira que existe, mas a GT-100 é um dos processadores mais poderosos do mercado, que vai do clássico ao moderno de forma simples e intuitiva, num corpo ultrarresistente. É a melhor opção de pedaleira profissional para guitarristas que estão em crescimento. A Boss GT100 chega para substituir um dos grandes sucessos de vendas da marca que foi a: GT-10.
A GT-100 então é o novo carro-chefe da Boss. Ela recria tanto amplificadores vintage, bem como timbres modernos e futuristas, e tudo isso graças à já conhecida tecnologia COSM. A interface de usuário foi atualizada com um visor de LCD duplo e o aprimoramento da função EZ TONE, recebendo novas opções de customização de amplificadores e efeitos de Overdrive/Distorção.
O display duplo de LCD da GT-100 e sua interface com 8 knobs permitem controle rápido e intuitivo. Não há menus de navegação e cada função é acessada instantaneamente. A customização de timbres também foi aprimorada. Todos os patches, amplificadores, overdrives e distorções podem ser criados do zero ou customizados com a função TONE GRID.
Com um processador COSM de última geração, a GT-100 recria em detalhes o comportamento de amplificadores vintage, esta BOSS não só disponibiliza os sons clássicos desses amplificadores, mas oferece também possibilidades de customização. A função AMP CUSTOMIZE permite customizar amplificadores clássicos além do real. Crie timbres novos e impressionantes!
Uma nova dimensão de expressividade está disponível com o pedal ACCEL, que permite o controle de múltiplos parâmetros simultaneamente, bem como efeitos de variação de tempo como FEEDBACKER, S-BEND, TWIST, etc. Experimente combinações criativas de parâmetros, interagindo em tempo real com o pedal.
Outra nova função da GT-100 é o versátil divisor de canais A/B. Configure diferentes amplificadores e efeitos para cada canal e divida o sinal não só pelas dinâmicas, mas por frequência também, com cada canal capaz de ter seus próprios efeitos e configurações de amplificadores. O alcance das possibilidades de timbres está cada vez maior. Configure timbres suaves de solo para as frequências mais agudas, por exemplo, e timbres pesados e cortantes para os graves.