A nova logo da D'addario.
Abaixo você confere o que foi dito pela empresa, eu seu próprio site.
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
D'Addario e nova logo
Bom dia, guitar hero'a.
A fabricante de cordas D'Addario, conhecida e idolatrada por muitos a nível mundial, reinventou sua logomarca. E agora vem a primeira E extra!!!
Confira na íntegra a matéria que foi disponibilizada no site do fabricante.
"Após mais de quatro décadas de uso, a D’Addario, maior fabricante de cordas de guitarra do mundo e líder em acessórios para instrumentos musicais, está aposentando seu famoso logotipo e o substituindo por um de design mais significativo. Um novo logo e um novo visual, com lançamento oficial na NAMM 2013, comunicam claramente o legado da empresa: inovação e dedicação total a seus clientes.
“Queremos que nossa marca represente nossa identidade e nossos valores”, diz Jim D’Addario, CEO da empresa. “Somos músicos, inovadores, artistas, pessoas com criatividade e espírito, e queremos que nossos clientes sintam o mesmo orgulho que nós sentimos de nossa marca.”
Para criar essa nova identidade, os membros da família D’Addario e demais colaboradores passaram um ano imersos numa intensa auto-descoberta. Eles estudaram desde o início da história da empresa, há cem anos, e catalogaram suas maiores conquistas, prioridades e ideais. No fim, chegaram a uma sólida conclusão sobre os valores centrais da empresa – seu DNA – e uma identidade de marca para representá-los.
O novo logo – uma evolução arrojada e contemporânea do original – traduz o compromisso da empresa em permanecer moderna, tecnologicamente avançada e em constante inovação. Esta firme dedicação em permanecer na ponta mantém a D’Addario num processo de contínua melhoria de suas máquinas e aperfeiçoamento de suas técnicas, o que faz produtos clássicos (como a celebrada corda XL Nickel Wound) permanecerem entre os mais vendidos do mundo até hoje.
Uma nova marca – com a letra “D” estilizada, formada por seis cordas (que começam separadas e terminam unidas) – reflete diretamente a devoção da empresa a seus valores através de sua “família” de marcas: Planet Waves, Evans, Pro-Mark, PureSound e Rico. Antes de serem convidadas a fazer parte da D’Addario, estas empresas demonstraram um forte compromisso com a inovação.
Antes da marca Evans entrar para o time D’Addario, por exemplo, já havia produzido peles de bateria sintéticas, peles de filme duplo e muitas outras peles pioneiras que mudaram fortemente a indústria de seu segmento. Já a Rico, fundada por um grupo de clarinetistas, desenvolveu máquinas inovadoras na produção de palhetas para clarinetes e saxofones, as quais logo melhoraram a qualidade das palhetas disponíveis para todos os músicos norte-americanos. Unidas pelo “sobrenome” D’Addario, toda a família de marcas é apoiada e incentivada a continuar inovando e produzindo os melhores produtos possíveis para os músicos.
O novo logo D’Addario e sua nova marca foram criados para espelhar o valor mais importante da companhia, com o simples objetivo de inspirar os músicos de todo o mundo a alcançar níveis extraordinários de performance e criatividade. Viva a inovação!"
A fabricante de cordas D'Addario, conhecida e idolatrada por muitos a nível mundial, reinventou sua logomarca. E agora vem a primeira E extra!!!
Confira na íntegra a matéria que foi disponibilizada no site do fabricante.
"Após mais de quatro décadas de uso, a D’Addario, maior fabricante de cordas de guitarra do mundo e líder em acessórios para instrumentos musicais, está aposentando seu famoso logotipo e o substituindo por um de design mais significativo. Um novo logo e um novo visual, com lançamento oficial na NAMM 2013, comunicam claramente o legado da empresa: inovação e dedicação total a seus clientes.
“Queremos que nossa marca represente nossa identidade e nossos valores”, diz Jim D’Addario, CEO da empresa. “Somos músicos, inovadores, artistas, pessoas com criatividade e espírito, e queremos que nossos clientes sintam o mesmo orgulho que nós sentimos de nossa marca.”
Para criar essa nova identidade, os membros da família D’Addario e demais colaboradores passaram um ano imersos numa intensa auto-descoberta. Eles estudaram desde o início da história da empresa, há cem anos, e catalogaram suas maiores conquistas, prioridades e ideais. No fim, chegaram a uma sólida conclusão sobre os valores centrais da empresa – seu DNA – e uma identidade de marca para representá-los.
O novo logo – uma evolução arrojada e contemporânea do original – traduz o compromisso da empresa em permanecer moderna, tecnologicamente avançada e em constante inovação. Esta firme dedicação em permanecer na ponta mantém a D’Addario num processo de contínua melhoria de suas máquinas e aperfeiçoamento de suas técnicas, o que faz produtos clássicos (como a celebrada corda XL Nickel Wound) permanecerem entre os mais vendidos do mundo até hoje.
Uma nova marca – com a letra “D” estilizada, formada por seis cordas (que começam separadas e terminam unidas) – reflete diretamente a devoção da empresa a seus valores através de sua “família” de marcas: Planet Waves, Evans, Pro-Mark, PureSound e Rico. Antes de serem convidadas a fazer parte da D’Addario, estas empresas demonstraram um forte compromisso com a inovação.
Antes da marca Evans entrar para o time D’Addario, por exemplo, já havia produzido peles de bateria sintéticas, peles de filme duplo e muitas outras peles pioneiras que mudaram fortemente a indústria de seu segmento. Já a Rico, fundada por um grupo de clarinetistas, desenvolveu máquinas inovadoras na produção de palhetas para clarinetes e saxofones, as quais logo melhoraram a qualidade das palhetas disponíveis para todos os músicos norte-americanos. Unidas pelo “sobrenome” D’Addario, toda a família de marcas é apoiada e incentivada a continuar inovando e produzindo os melhores produtos possíveis para os músicos.
O novo logo D’Addario e sua nova marca foram criados para espelhar o valor mais importante da companhia, com o simples objetivo de inspirar os músicos de todo o mundo a alcançar níveis extraordinários de performance e criatividade. Viva a inovação!"
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Histórias...
Giannini
Um dia qualquer de novembro de 1900, um italiano de nome Traquillo Giannini, residente no Brasil, resolveu criar uma fábrica de instrumentos musicais.
Apesar do Brasil estar vivendo um período cheio de esperanças e transformações, a ideia de Giannini, luthier a muitos anos, foi um tanto inusitada para a época. Mas a ideia foi tão boa, que surpreendeu o próprio Giannini, a pequena fábrica batizada com o sobrenome da família, cresceu muito rapidamente, a ponto de, já a partir dos anos 30, iniciar a produção de encordoamentos para atender a demanda dos instrumentos vendidos. Abaixo você vê um violão Trovador Giannini de 1940.
A representatividade da marca chegou a tal ponto que nas décadas de 60 e 70 era difícil encontrar um músico amador ou profissional cujo instrumento Giannini não fizesse parte de sua vida.
A fábrica Giannini ganhou mercado rápido e tornou-se referência em instrumentos acústicos. Inclusive, espelho para o surgimento de outras marcas e fábricas de instrumentos no mercado brasileiro.
Nos dias de hoje, a família Giannini continua cultivando os ensinamentos do seu patriarca. Tanto é que toda a sua produção atual de instrumentos alia a eficiente técnica artesanal de Tranquillo ao que há de mais moderno em tecnologia industrial.
A Giannini é um marca tradicional no Brasil, seus instrumentos tiveram forte participação na história da música brasileira como: 1928, Pinxinguinha grava o samba choro “Carinhoso”, 1935 época de ouro do rádio com Noel Rosa, Francisco Alves, em 1948 Luiz Gonzaga grava Asa Branca… enfim os violões, violas, cavaquinhos e demais instrumentos da Giannini têm muita história pra contar.
domingo, 9 de junho de 2013
Gibson
Histórias...
Galera, segue abaixo um pouco da história da Gibson, uma das marcas mais desejadas no mundo inteiro.
A Gibson Guitar Corporation,fundada em Kalamazoo, Michigan e atualmente em Nashville no Tennessee, é uma empresa fabricante de guitarras e outros instrumentos que são vendidos sob uma variedade de marcas diferentes. Com uma história de mais de cem anos, Gibson tem sido uma das companhias mais notórias no desenvolvimento da viola e da guitarra elétrica e construiu ao longo de todos esses anos um dos modelos de guitarras mais icônicos do mundo, a Gibson Les Paul. Muitos de seus instrumentos continuam se valorizando ainda mais no mercado e algumas Gibsons estão entre as guitarras mais procuradas por colecionadores.
A empresa foi fundada por Orville Gibson, que produzia bandolim em Kalamazoo, no final dos anos 1890. Ele inventou as guitarras semiacústicas usando o mesmo tipo de tampo arqueado encontrado nos violinos. A partir de 1930, a companhia também tinha feito violões com tampo, como também foi uma das primeiras a disponibilizar no mercado guitarras semiacústicas usadas e popularizadas por Charlie Christian.Gibson esteve na vanguarda da inovação com relação às guitarras acústicas, especialmente na era da Big Band de 1930. A Gibson Super 400 foi amplamente imitada.
No começo dos anos 50, Gibson introduziu sua primeira guitarra de corpo sólido e em 1952 começou a produzir seu modelo de guitarra mais popular, a Les Paul, projetada por Ted McCarty e Les Paul; Depois de ser comprada pela Norlin Corporation no final dos anos 60, a qualidade e a fortuna da Gibson começou a declinar até 1986, quando a companhia foi adquirida por seus proprietários atuais. Gibson Guitar é uma empresa privada que pertence ao chefe executivo Henry Juszkiewicz e seu presidente David H. Berryman.
sábado, 8 de junho de 2013
Satriani
Galeraaaaaaaaaaa...
Conhecem o Joseph?
Huum?! Não?!
Não conhecem Joseph Satriani????? ... Ah sim, tudo bem, e Joe Satriani? Então, o nome dele mesmo é Joseph, rsrs...
Vamos a algumas curiosidades de Satriani, um grande virtuose reconhecido em todo o mundo da guitarra.
Em 1988, Joe Satriani foi recrutado por Mick Jagger, do Rolling Stones, como guitarrista para a turnê do grupo. Além disso, em 1994, também foi convidado para ser o guitarrista de Deep Purple, embora mais tarde tenha decidido rejeitar a proposta. Satriani também tem trabalhado com uma ampla gama de guitarristas, incluindo Steve Vai, John Petrucci, Eric Johnson e Robert Fripp através do encontro anual G3.
Satriani foi inspirado a tocar guitarra aos 14 anos depois de saber que Jimi Hendrix havia morrido, tendo contado que ouviu a notícia durante uma sessão de treino de futebol, ocasião em que comunicou ao seu treinador que estava saindo do time para se dedicar à guitarra.
Em 1974 estudou música com o guitarrista de jazz Billy Bauer e com o pianista do mesmo gênero Lennie Tristano. Tristano exerceu grande influência na técnica de Satriani que mais tarde passaria a ensinar guitarra, tendo entre seus alunos nada menos que Steve Vai, que depois de ganhar fama passou a elogiar Satriani nas entrevistas que concedia para revistas especializadas, o que foi de grande importância para sua carreira.
Em 1978, Satriani mudou-se para Berkeley, Califórnia, para prosseguir sua carreira musical. Não muito tempo depois da sua chegada, retomou o ensino de guitarra. Seus alunos mais notáveis da Califórnia foram: Kirk Hammett (Metallica), David Bryson (Counting Crows), Kevin Cadogan (Third Eye Blind), Larry Lalonde (Primus), Alex Skolnick (Testament), Phil Kettner (Laaz Rockit) e Charlie Hunter.
Em 1987 Satriani lançou seu o segundo álbum "Surfing With the Alien", sendo seu primeiro trabalho totalmente instrumental. Na mesma época, Satriani também excursionou na Austrália e Nova Zelândia com Mick Jagger na divulgação do álbum dos Rolling Stones.
Em 1989, Satriani lançou o álbum "Flying in a Blue Dream". O álbum vendeu bem, especialmente no Texas. Ele foi fortemente promovido pelos KLBJ-FM, em Austin. "One Big Rush", foi destaque na trilha sonora do filme de Cameron Crowe "Say Anything". "The Forgotten Part II" foi apresentado em um comercial no Canadá, em 1993. "Big Bad Moon" foi um hit do final de 1989.
Em 1992, Satriani lançou "The Extremist", seu CD mais aclamado pela crítica e melhor à época. As estações de rádio em todo o país foram rápidas em tocar "Summer Song", "Cryin '" e "Friends" e a faixa título era composta de batidas regionais. O CD é agora considerado um clássico do rock.
No final de 1993 Satriani entrou para o Deep Purple em substituição de curto prazo do guitarrista Ritchie Blackmore durante a turnê japonesa da banda. Os shows foram um sucesso tão grande que Satriani foi convidado a integrar a banda permanentemente, o que não aconteceu em razão de contrato anteriormente firmado com a Sony Music.
Em 1996 ele formou o G3, uma turnê com três guitarristas de rock instrumental, originalmente Satriani, Steve Vai e Eric Johnson. A turnê G3 continuou periodicamente desde sua versão inaugural, tendo Satriani e Vai como membros cativos e um terceiro guitarrista flutuante, dentre os quais se incluem Eric Johnson, Yngwie Malmsteen, John Petrucci, Kenny Wayne Shepherd, Robert Fripp, Rondat Patrick e outros mais.
Em 1998, Satriani lançou "Crystal Planet" e, em 2001, outro CD gravado ao vivo em São Francisco, que em dezembro de 2000 também foi lançado como um DVD de música. Já no ano de 2006, Satriani gravou "Super Colossal" e lançou outro álbum ao vivo, "Satriani Live!".
Houve boatos que Satch já teria duelado com Buckethead em 2002, mas é uma informação falsa certamente espalhada por fãs.
Satriani também possui participações em outros álbuns, dentre os quais o de Alice Cooper "Hey Stoopid"(1991), "Spinal Tap's Break Like the Wind" (1992), Blue Öyster Cult "Imaginos"(1988). Fato interessante é que em 1986 fez backing vocals no álbum de estréia do Crowded House. Em 2003, tocou guitarra no CD de lançamento do Yardbirds “Birdland”. Em 2006, gravou várias faixas do CD/DVD "Gillan's Inn", do vocalista do Deep Purple Ian Gillan.
Em 2011, Satriani faz uma aparição no filme O Homem Que Mudou o Jogo. Ele aparece no filme tocando o hino dos EUA.
sexta-feira, 7 de junho de 2013
Flying V
Modelos copiados.
Galera, boa tarde!
Muitos modelos de guitarras são meio "exóticos" e chamam muita atenção, tanto pela beleza (ou não) e pelo som.
No início de carreira, muitas empresas inventaram modelos que ganharam destaque e estão no mercado até hoje, e muitos foram copiados pelos concorrentes.
Abaixo quero colocar um pouco da história de um desses modelos, a Gibson Flying V, ou como é conhecida em alguns lugares do Brasil, Gibson Rabo de Peixe.
O primeiro protótipo desta guitarra foi feito em 1957. Ela, junto com a Futura, X-Plorer e a Moderne, iniciaram uma linha da guitarras modernistas desenhadas pelo então presidente da corporação, Ted McCarty. Estas guitarras vieram com o propósito de dar uma cara mais futurista à Gibson, mas elas inicialmente não vingaram. Depois do seu lançamento, em 1958, a linha foi interrompida em 1959.
No meio dos anos 60, guitarristas como Albert King, Lonnie Mack, Dave Davies, Cadu Hermeto e Jimi Hendrix, na procura de um visual mais arrojado e um som mais poderoso, começaram a usar Flying Vs. O interesse fez com que a Gibson pensasse em relançar o modelo.
E em 1967 ela de fato relançou o modelo, melhorando seu modelo com um escudo maior e mais bonito e trocando a ponte original, que tinha as cordas inseridas pela parte de trás do equipamento, pela ponte tradicional da Gibson. Alguns modelos eram fabricados com um trêmolo; este modelo é agora o padrão para a Flying V ou, como a Gibson agora a chama, V Factor.
quinta-feira, 6 de junho de 2013
AmPhones
Vox AmPhones
Quem se amarra nos amps da Vox?
\o/ \o/ \o/ \o/ \o/ \o/ \o/ \o/ \o/ \o/ \o/ \o/ \o/ \o/ \o/
Chegou o novo "fone amplificado" da Vox, uma loucura só!!!
Equipado com circuito analógico baseado na boa tecnologia Valve Reactor usada nos pedais ToneLab, os amPhones vem em quatro versões: AC30, Twin, Lead e Bass. Vem com adaptador P10 para conexão na sua guitar. Enquanto estão desligados eles podem ser usados como fone convencional. Têm efeitos como chorus, delay e reverb e ainda conta com entrada auxiliar para tocar junto com CD ou Mp3 Player. E para finalizar, tem afinador cromático com função mute e bypass.
Então, se você mora em apartamento, tem vizinhos chatos e não tá afim de incomodar ninguém, corra e pegue o seu.
Novas Les Paul
Les Paul J Series e Les Paul Future Tribute
Galera da distorção, tudo beleza?
Chegaram ao mercado dois modelos novos da Gibson, Les Paul J Series e Les Paul Future Tribute.
Vamos à algumas características das belezinhas...
A guitarra J Series possui corpo de mogno, braço de maple e escala de rosewood com 22 trastes; tem marcações em formato de trapézio. Os captadores são Gibson Modern Classic 490R no braço e 498T na ponte. Ela vem equipada com ponte Tune-o-matic e tarraxas pretas.
A Futures Tribute vem com corpo e braço de mogno; escala de rosewood com 22 trastes e marcações em trapézio. Para captar o som são dois hambuckers Gibson '57 Classic Zebra Coil e as ferragens são cromadas.
São duas novas máquinas a disposição de quem quer aquele som encorpado, com graves irados para bases arrepiantes e solos cortantes.
Deliciem-se!
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Tatuagem de guitarra
Guitar na pele (literalmente)
Para os fanáticos da música, nada melhor do que tatuagens de guitarras que mostram seu amor pela música. E o melhor é que você pode tatuar a guitarra dos seus sonhos!
Todo aquele que já teve uma guitarra nas mão sentiu como seu corpo estremecia com cada som, e sentiu vontade de que a guitarra fosse parte de si mesmo. Por isso entendo completamente à galera que fez estas tatuagens.
Troca de cordas
Troca de cordas em guitar com Floyd Rose.
Bom dia galera!
Muitos guitarristas que estão iniciando se amarram no que se pode fazer com uma ponte Floyd Rose na guitarra, viajam nas técnicas de Steve Vai, Satriane e Van Halen. E realmente é muito irado o som e efeitos que podem se tirar da Floyd.
Mas, e na hora de trocar as cordas? É igual a de ponte fixa? Não, não é. Precisa de um pouco mais de atenção. Segue abaixo umas dicas que podem ajudar.
Para troca de cordas de guitarra com Floyd Rose será necessário as seguintes ferramentas: chaves allens e um alicate de corte.
O primeiro truque é “travar” a ponte usando a embalagem das cordas;
O próximo passo é destravar as cordas;
Em seguida soltar as cordas com a chave Allen;
Ao contrário das guitarras com ponte fixa, as cordas são colocadas da mão para ponte;
Em seguida prender as cordas usando a chave Allen;
Retirar a “trava”;
Afinar;
Por último travar.
E o alicate de corte serve pra cortar aquela ponta da corda que fica no headstock... se bem que tem gente que gosta de fazer daquilo um "cabelo arrepiado" para a guitarra, rsrs...
Abraço galera, espero que as dicas ajudem.
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Boss
GT 100
Galera, boa noite!
Em se tratando de pedaleiras, há atualmente no mercado alguns modelos considerados os mais "tops" já construídos, e um deles é famosa, amada, idolatrada por muitos:
Boss GT 100
Pois bem, mas o que ela tem de bom?? Por quê de contra eu não ouvi nada ainda... Então vamos lá, segue abaixo um texto maneiro sobre a pedaleira.
Exageros a parte, mas a BOSS GT-100 foi a pedaleira de guitarra mais esperada do planeta. Não dá para dizer que a melhor pedaleira que existe, mas a GT-100 é um dos processadores mais poderosos do mercado, que vai do clássico ao moderno de forma simples e intuitiva, num corpo ultrarresistente. É a melhor opção de pedaleira profissional para guitarristas que estão em crescimento. A Boss GT100 chega para substituir um dos grandes sucessos de vendas da marca que foi a: GT-10.
A GT-100 então é o novo carro-chefe da Boss. Ela recria tanto amplificadores vintage, bem como timbres modernos e futuristas, e tudo isso graças à já conhecida tecnologia COSM. A interface de usuário foi atualizada com um visor de LCD duplo e o aprimoramento da função EZ TONE, recebendo novas opções de customização de amplificadores e efeitos de Overdrive/Distorção.
O display duplo de LCD da GT-100 e sua interface com 8 knobs permitem controle rápido e intuitivo. Não há menus de navegação e cada função é acessada instantaneamente. A customização de timbres também foi aprimorada. Todos os patches, amplificadores, overdrives e distorções podem ser criados do zero ou customizados com a função TONE GRID.
Com um processador COSM de última geração, a GT-100 recria em detalhes o comportamento de amplificadores vintage, esta BOSS não só disponibiliza os sons clássicos desses amplificadores, mas oferece também possibilidades de customização. A função AMP CUSTOMIZE permite customizar amplificadores clássicos além do real. Crie timbres novos e impressionantes!
Uma nova dimensão de expressividade está disponível com o pedal ACCEL, que permite o controle de múltiplos parâmetros simultaneamente, bem como efeitos de variação de tempo como FEEDBACKER, S-BEND, TWIST, etc. Experimente combinações criativas de parâmetros, interagindo em tempo real com o pedal.
Outra nova função da GT-100 é o versátil divisor de canais A/B. Configure diferentes amplificadores e efeitos para cada canal e divida o sinal não só pelas dinâmicas, mas por frequência também, com cada canal capaz de ter seus próprios efeitos e configurações de amplificadores. O alcance das possibilidades de timbres está cada vez maior. Configure timbres suaves de solo para as frequências mais agudas, por exemplo, e timbres pesados e cortantes para os graves.
sexta-feira, 31 de maio de 2013
Fender Jazzmaster
Jazzmaster
A Fender Jazzmaster é para a Jaguar o que a Telecaster é para a Stratocaster. Segundo a maior parte dos músicos, essa guitarra mantém o timbre “mais estalado”, um som mais “magro” com dois captadores single coil e um design próximo da Jaguar.
A Jazzmaster tem presença marcante no cenário indie. Entre grupos que usam esse modelo, estão o Sonic Youth, Dinosaur Jr e Yo La Tengo.
Fender Jaguar
Fender Jaguar.
A Jaguar é uma guitarra que tem no design seu maior apelo. Apesar de ter apenas dois captadores, a madeira mais densa e pesada utilizada na construção do corpo amplia a variação de timbres desse instrumento.
Um dos meus sonhos de consumo.
Telecaster
Fender Telecaster
Galera, vamos falar um pouco dos modelos mais "característicos" da Fender.
Hoje vamos começar com a que pode ser considerada a mais antiga, a Telecaster.
A Telecaster é a guitarra mais antiga da Fender e pode ser considerada a primeira experiência para se chegar à Stratocaster. Com dois captadores single coil, um a menos que a Strato, e uma chave seletora de três posições, a Telecaster tem uma característica de som mais “magro” e um campo de timbres mais limitado, além de um design de braço e corpo diferenciado.
A Telecaster mais conceituada é de 1952.
Fender, Leo Fender
Boa noite galera.
Quem conhece a marca Fender??
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E Leo Fender??
\o/ \o/ ... ... ... \o ... ... ... ... ... \o/ \o/ ... ...
Pois bem, pesquisando na nossa querida net, descobri algumas coisas sobre esse mestre que criou uma das marcas mais desejadas do mundo.
No final dos anos 40, já com a marca Fender, Leo observou uma oportunidade no blues e, posteriormente, no rock. Em 1949, criou o primeiro protótipo da Esquire (com o design que seria eternizado com o nome Telecaster), que seria fabricado e vendido a partir de 1950. Em 1953, sua mais famosa guitarra, a Fender Stratocaster, começaria a ser desenvolvida – ela que seria, posteriormente, a primeira guitarra fabricada em série.
Leo Fender não chegou a inventar, literalmente, a guitarra. Mas ele transformou no que é hoje. Antes de Fender, elas costumavam ser feitas em corpos ocos, como os de violão. Leo, inspirado na Rickenbaker e na Bigsby, usou um corpo de madeira maciça. A diferença fundamental, no entanto, estava no braço. Antes, corpo e braço eram feitos de uma mesma peça de madeira (ou eram colados). Leo notou, primeiro, que era mais prático que fossem encaixados; e segundo, que fossem feitos de madeiras diferentes, mais adequadas a suas funções.
Com isso, ele elevou a tocabilidade (tornou o “tocar guitarra” mais fácil e confortável) e trouxe um novo padrão de design, que seria copiado nos anos que se sucederiam.
Nada disso, no entanto, foi a maior contribuição de Leo Fender à musica. Seu maior feito foi transformar um trambolhão num instrumento prático: ele inventou o contra-baixo elétrico.
Lembra das gravações daqueles cantores do começo dos anos 50? Eles não usavam aquele enorme contra-baixo vertical porque era bonito – era porque o Fender Precision Bass ainda não havia sido criado, e aquela era a única opção. Conforme Fender desenhou o baixo elétrico, que podia ser empunhado como uma guitarra, e também um amplificador com auto-falantes maiores e, portanto, mais adequados ao som grave do baixo, praticamente redesenhou a sonoridade da música.
Leo Fender fez isso com apenas um olho. Ele perdera um de seus olhos por conta de um tumor que tivera na infância, e, segundo amigos, jamais superara o trauma. O assunto era tabu e ele sempre controlou as fotografias tiradas para que não se pudesse notar a prótese.
O interessante é que usar os dois olhos é fundamental para a noção de profundidade. Existe até uma brincadeira em que você tapa um dos olhos e tenta colocar o dedo em um lugar, pode ser um copo, por exemplo. Geralmente, você erra o alvo. Assim, me parece incrível que Leo tenha morrido em 1991, aos 81 anos, com os dedos intactos, depois de ter passado a vida mexendo com serras.
Leo Fender venderia a marca que tem seu nome à companhia americana CBS em 1965. Ela manteve o alto nível na fabricação dos instrumentos, mas jamais inovou em nada. Sob a CBS, o melhor feito da marca foi fabricar no Japão durante os anos 80 algumas das melhores safras de Fenders da história. Mas eram os mesmos modelos de sempre. E até hoje se produz o que foi criado nos anos 50.
Leo teve duas marcas posteriormente, ambas de alto nível. A MusicMan nos anos 70, ainda inovadora e inquieta, e a G&L (que significa George and Leo) nos anos 80, já no fim de sua capacidade criativa, apenas uma ótima fabricante de instrumentos.
Leo Fender mudou a história da musica e determinou a sonoridade que nós escutamos até hoje sem sequer tocar o instrumento que ele mesmo ajudou a inventar.
Festival Internacional de Jazz & Bossa de Santa Teresa
Jazz & Bossa.
A ideia do blog é muita guitarra, mas música em geral não deve ser descartado, ainda mais a boa música.
Esse ano rola mais um festival internacional de Jazz e Bossa, em Santa Teresa, Espírito Santo.
Segue um breve texto sobre o evento desse ano.
" O Festival Internacional de Jazz & Bossa de Santa Teresa, município da região Serrana do Espírito Santo, terá sua segunda edição realizada nos próximos dias 24, 25 e 26 de maio, no Centro de Eventos da cidade. A programação já está definida e conta com atrações capixabas, nacionais e internacionais. Uma das novidades deste ano são as apresentações no horário do almoço no sábado.
A abertura oficial do evento será na noite do dia 24. O Festival contará, ao todo, com treze shows. Como parte da novidade, quem estiver no município na época das apresentações poderá almoçar na praça de alimentação ao som do jazz e da bossa, no sábado, 25 de maio.
Entre os representantes do Espírito Santo estão Fames Jazz Band, Afonso Abreu e Trio, Big Bat Blues, Saulo Simonassi e a homenagem aos 100 anos de Vinícius de Moraes, com as cantoras capixabas Eliane Gonzaga, Márcia Chagas, Amélia Barreto, Inara Novaes e a Fames Brasil Instrumental.
Os destaques nacionais são Leo Gandelman, Roberto Menescal, Derico e Chiquinho em Quinteto Jazz, além dos cariocas Quarteto Jazz e Bossa, Big Joe Manfra Blues Band e Jeferson Gonçalves.
A programação internacional também terá representantes de peso do jazz e bossa. O guitarrista Kenny Brown é de New Orleans e está radicado no Brasil. Ele se apresenta na primeira noite do evento. Jonhn Primer tocará no sábado, às 23h, e foi o vencedor do Grammy 2010 na categoria Best Tradicional Blues Album.
No domingo a programação será toda durante o dia. A Orquestra Synthesis, da Philadelphia, se apresentará às 12h. O guitarrista Charlie Hunter se apresenta com Leo Gandelman no mesmo dia, às 15h."
Fonte: Gazeta Online
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Cort
Bom dia guitarristas!!!
Hoje vamos falar de uma marca que na minha opinião, é uma das melhores na questão custo x benefício. Equipamentos com preços acessíveis e sons irados.
Estou falando da Cort!
Eu possuo uma Cort Viva Series Gold II, compre há uns 6 anos, e está mandando muito bem. Toquei numa igreja esse fim de semana, e juntando a Cort, com efeitos de uma Line 6 Floor POD Plus e mais um amp Fender (antigaço) o som foi perfeito, timbres arrasadores.
Desde 1960 a marca tem construído uma sólida reputação no mercado. Destaca-se pelos instrumentos de design arrojado, alta qualidade e performance.
A principal missão da empresa é: Produzir os melhores e mais inovadores insstrumentos, conquistando cada vez mais músicos e entusiastas de todo o mundo.
Slogan -> Cort guitars, aqui a música não para!
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Cordas para guitarra
Boa tarde galera!!!
Dois dias sem postagens, tenso, muito atarefado... Pois bem, vamos ao que interessa...
Como escolher as cordas da sua guitarra??
Sobre os calibres das cordas: esses geralmente mudam conforme o estilo de música.
Você estica as cordas com freqüência? Toca ritmo pesado? A resposta a essas questões está relacionada ao melhor calibre para você. Geralmente o jazz usa calibre .012, heavy blues usa calibre .011 e .012 e para quem toca rock e gosta de solos a .009 ou .010 para a guitarra base. Os calibres menores funcionam melhor para principiantes porque podem ser mais macias para seus dedos (Obs: os calibres mencionados aqui se referem à espessura da corda E aguda ou 1ª corda do conjunto). É importante levar sua guitarra para ser regulada por um profissional, principalmente se você estiver trocando o calibre das cordas. Se você não tiver experiência na troca de cordas e tiver dúvidas, recomendo uma visita à um luthier ou loja de música mais próxima. Limpe adequadamente a ponte e partes de metal de seu instrumento, que entram em contato com as cordas, para evitar o rompimento precoce.
Quanto a marcas, cada um tem um gosto e um "bolso" diferente, eu particularmente gosto muito da Elixir, bom timbre, revestimento permite maior durabilidade e entre as "tops" é uma das mais acessíveis; agora, no momento da correria e crise financeira, aconselho Daddario ou Nig.
terça-feira, 21 de maio de 2013
Marcas nacionais
Brasiiiiiil!!!!!
Boa noite galera!!
Estava pensando hoje, temos muitos guitarristas irados no Brasil, incluindo mulheres (tem umas no Tagima Dream Team arrasando); mas, quanto a marcas?? Quais você conhece?? Quais são as melhores??
Bom, como já toquei no nome, acho que as mais conhecidas são Tagima e Giannini, a primeira pela qualidade e custo x benefício dos seus equipamentos e também pelo grande marketing que é feito, junto um excelente time de guitarristas para endorsers; a Giannini pela história de vida da marca, numa época em que Fender e Gibson era só ouvir falar, no Brasil só dava pra comprar Giannini.
E você, qual sua marca nacional favorita ou que tem alguma história para contar??
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Diferentes...
...muito diferentes!!!
Exóticas, diferentes, esquisitas, feias, lindas, macabras, celestiais; bom, cada um pode pensar o que quiser, e você, o que pensa dessas guitarras abaixo??
Algumas das mais diferentes que achei por aqui na internet...
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